O semanário NOVO deu conta, esta sexta-feira, de que o empresário de Pedro Gonçalves, Jorge Pires, teria pago €80 mil a cinco membros da Agência Antidopagem de Portugal para prolongar um processo que envolvia o então jogador do Famalicão, com a intenção de não colocar em perigo a transferência iminente para o Sporting, que acabou por se concretizar em agosto passado.

Esta situação terá motivado uma investigação do Ministério Público, por suspeitas de corrupção, avançou a mesma fonte. Algo que mereceu, na tarde desta sexta-feira, clarificação por parte da Agência Antidopagem.

Em conversa com a Tribuna Expresso, o organismo considera que a denúncia é «um ato cobarde e falso de alguém escondido no anonimato, que pretende pôr em causa- sem quaisquer provas factuais – a integridade das entidades antidopagem nacionais».

É ainda esclarecido que Pedro Gonçalves acusou a presença de Triamcinolona após o jogo com o Tondela, da 30.ª jornada da Liga 2019/20. A substância é proibida em determinadas doses e consoante a forma de administração, mas a Agência Antidopagem de Portugal frisou que o então médio do Famalicão não violou qualquer norma, uma vez que apresentou provas de que a substância entrou no seu organismo de forma legal.

Além da posição da ADoP, também o Sindicato de Jogadores já manifestou a sua posição, solidária com Pedro Gonçalves.

Agência Antidopagem garante que Pedro Gonçalves não violou normas
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