O jogo de futebol de oito entre o Bairro da Argentina e o Juventude Atlântico, a contar para a Taça da Madeira de benjamins sub-11, que estava a decorrer no Campo Adelino Rodrigues, no Funchal, ficou marcado por agressões entre o treinador do Bairro da Argentina e o árbitro do referido jogo, neste caso o adjunto do Juventude Atlântico — neste tipo de escalões é normal que um adjunto de uma das equipas dirija o encontro.

Tudo aconteceu quando o resultado estava em 7-5 favorável ao Juventude. A equipa Bairro da Argentina contestou uma decisão do árbitro e depois, quando nada fazia prever, eis que o responsável técnico da equipa do Bairro foi de encontro ao juiz improvisado da partida e agrediu-o violentamente. O jogo foi de imediato suspenso e os envolvidos nas agressões deslocaram-se ao Hospital Nélio Mendonça para receberem assistência médica.

Para o presidente do Bairro da Argentina foi «lamentável tudo aquilo que aconteceu», anunciando «um processo de averiguação interna» para que seja apurada a veracidade dos acontecimentos. Reconhecendo que «houve um desentendimento», a verdade é que Marco Freitas recusou que tenha sido o seu clube o responsável pelo triste espetáculo que ocorreu num jogo entre crianças.

Também o presidente do Juventude Atlântico, Jorge Lima, reagiu às cenas que se verificaram: «É lamentável que crianças de 11 anos tenham sido obrigadas a assistir a uma situação profundamente desagradável e nada pedagógica como aquela que presenciaram. Estivemos tanto tempo confinados e ansiosos pelo regresso da competição. Penso que ninguém pode ficar indiferente a uma situação destas.»

Árbitro agredido em jogo de sub-11 na Madeira (vídeo)
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