Galeno, que teve arranque destrutivo, deixou de ser tão fulgurante e transcendente. Apesar de jogar sempre, estatuto inquestionável, reforçado pelas longas paragens de Gaitán, Moura e Iuri, cotando-se como peça imprescindível – 39  dos 41 jogos oficiais – e repartindo essa liderança enquanto opção com Esgaio, o extremo perdeu definição e sentido letal.

Mesmo estando mais talhado para assistir do que para marcar, tendo na velocidade a nuance que mais sobressai, sobressalta o adversário e destapa as marcações, Galeno deixou de celebrar há já 23 jogos e a caminho vai do quarto mês de jejum.


Galeno nunca caiu do onze, por força dos recursos desequilibrantes que possui, mas são reveladores de uma chama reduzida no último terço.

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Galeno perdeu golo
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