Vários jogadores contratados pelos clubes espanhóis correm o risco de não poderem ser utilizados nas primeiras jornadas da liga, que começa amanhã, por força de um acordo ainda pendente entre a Liga e o fundo de investimento CVC, um contrato que enquanto não for aprovado em assembleia geral não permitirá a entrada do capital esperado, no montante de 2700 milhões de euros a dividir por todos os clubes (de primeiro e segundo escalões).


Este valor é de grande importância orçamental, mas nas atuais circunstâncias do futebol espanhol é vital para que vários futebolistas contratados possam ser inscritos, uma vez que as regras da organização obrigam a que as despesas dos clubes com salários não ultrapassem 70 por cento das receitas, fasquia que baixou de forma substancial com a crise provocada pela pandemia.

Só a entrada dos referidos 2700 milhões de euros (a troco de 11 por cento do capital e dos direitos audiovisuais nos próximos 50 anos) e a consequente subida (para já) das receitas deixará folga para que os clubes possam inscrever os futebolistas contratados – ou que noutros casos, mais sensíveis, como o do Barcelona, vejam o cenário um pouco menos negro (sobretudo agora que Messi não fica) e possam continuar nos trabalhos de renegociação com os jogadores. Caso contrário, o Barça é um dos que não poderá utilizar os reforços (Memphis Depay, Sergio Aguero, Eric García e Emerson ) enquanto o assunto não se desbloquear.

 

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Vários reforços bloqueados à espera que entre dinheiro
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